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Fiar, tecer, cortar. A ladainha na construção de um fio, um fio como trajeto que separa o novelo do tecido, metáfora simbólica.

Nascer, fazer nascer, desenhar linhas entre a roca e o fuso, entre o bater do tear.

Fiandeiras que pelas mãos se constroem, se reinventam, fios suspensos de uma ação contínua, na construção em muitas mãos.

Adormecidas, suspensas, aguardam, numa dimensão reinventada de si mesmas, sem espaço nem tempo.

Perdidas no não lugar, ou no lugar de nenhures, tecem sem fim, tecem sem parar.